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Saúde

IA continuará sendo relevante para a saúde de idosos, mesmo após COVID-19

 

Às vezes o sucesso pode nos levar a desafios imprevistos.

Essa é uma forma de resumir o comentário feito por Dr. S. Vincent Grasso, líder de Prática Global em Saúde e Vida Científica na IPsoft, empresa que desenvolve inteligência artificial através dos mecanismos de assistência virtual.

O sucesso que Dr. Grasso aponta está relacionado ao fato que, por conta da medicina moderna, a grande parcela do globo aumentou sua expectativa de vida, tendo um abundante número de idosos por todos os países, e infelizmente são o grupo com maior tendências a serem afetados pelo vírus que se alastrou pelo planeta em 2020: o novo coronavírus.

Porém, mesmo através de circunstâncias fora do “novo normal”, Grasso relembra que a população de idosos  já passava por uma série de doenças – incluindo artrite, hipertensão, diabetes, câncer, demência, DPOC e muitas outras – no qual os profissionais de saúde tinham que lutar contra.

“As coisas pioraram devido a pandemia do COVID-19, o que resultou em hospitais lotados devido aos milhares de americanos com a doença. Esses desafios não são facilmente enfrentados com uma força de trabalho 100% humana, mas eles podem ser superados com uma combinação híbrida entre humanos e Inteligência Artificial

Entre as ferramentas que Grasso tem em mente estão a automação de processos robóticos e o Machine Learning, mas o stalkeholder da IPsoft está particularmente interessado em IA conversacional, tendo como exemplo no mercado mundial, a ferramenta Alexa.

Em sua visão, “O IA conversacional se tornou avançado e poderoso o suficiente para auxiliar o público na identificação de indicadores de riscos de COVID-19.”, afirma Grasso.

“Mais do que uma FAQ Page com uma série de links e informações genéricas, a Inteligência Artificial oferece uma solução interativa que apresenta os sintomas do vírus, promovendo informações valiosas sobre a doença. A informação é baseada em detalhes recomendados pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), fornecendo credibilidade e confiança para a ferramenta AI.”

Explorar a IA de conversação permitiria aos hospitais e outros centros de saúde a reduzir a carga de pessoas presentes no local físico, além de permitir que pacientes continuem em suas casas e ir as consultas presenciais  somente quando necessário.

Quando a onda do coronavírus passar, Grasso espera que a Inteligência Artificial continue integralmente nos sistemas de saúde, mas ele alerta que para o AI conversacional se mantenha útil na interação com o paciente, ele “requer interações entre todas as partes relevantes. Além da conversa, é necessário que a ferramenta possua diferentes idiomas e seja expansivo em conhecimento na questão cultural e de dialetos, para atender um nicho diferenciado de pessoas.”

Além disso, o Dr. acredita que “Os profissionais de saúde terão autonomia para passar mais tempo no atendimento direto ao paciente, resolvendo problemas complexos e participando de conversas mais ricas e pessoais com os pacientes”, se tornando útil para todos os lados.

O líder de prática global da IPsoft também afirma que “Os profissionais de saúde serão beneficiados, tendo autonomia para passar mais tempo no atendimento direto, resolvendo problemas complexos e permitindo uma qualidade melhor em relação a atenção dada aos pacientes”.

Este artigo foi traduzido do AI Powered Healthcare.

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